
Um outro lado da história também diz respeito sobre o chamado boca-a-boca: você gosta / ouve / baixa músicas de um artista, gosta muito e logo sai recomendando pros amigos.
Um belo exemplo disso é ver qualquer post falando sobre artistas nesse blog, pra não precisarmos ir longe. As coisas mudaram de uns tempos pra cá e hoje em dia você consegue descobrir coisas realmente boas que são ligeiramente desconhecidas do grande público. Quem não se contenta com Calypso, Latino ou Exaltasamba acaba tendo que procurar de outras formas por músicas que lhe agradem. E a indicação pessoal de um amigo sempre vai ter um peso maior que aparecer na banheira do Gugu ou no domingão do Faustão, no nosso caso.
Falta sabermos o seguinte: essa pesquisa seria válida e aceitável também no Brasil? Os preços das coisas por aqui são mais puxados devido ao nosso baixo poder de compra. Mas ao mesmo tempo, a célebre frase “Brasileiro pode estar quebrado, mas sempre arruma um jeito de fazer uma festa” nunca esteve tão em evidência.
Uma coisa é certa: o mercado da música precisa agir antes de perder a guerra, precisa se renovar e descobrir novas formas de manter seus investimentos a salvo. O artista que ficar no meio dessa guerra é quem vai acabar perdendo mais. Ou de repente, a música volte a ser o mais importante nesse meio todo e o contato entre artistas e fãs fique mais estreito.
E fica a pergunta: Você consegue imaginar uma solução pra esse caos todo?
Post Retirado de Psicodelia


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